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HomeBNCCDISCUSSÕES SOBRE A BNCC NA EEF NOVA BRASÍLIA

DISCUSSÕES SOBRE A BNCC NA EEF NOVA BRASÍLIA

Iniciamos com a leitura do documento para discussões, como: a garantia da formação que o governo já vem declarando nas mídias e é de suma importância. A trajetória já percorrida para a construção do documento proporcionando os educadores a participarem desde o princípio e acima de tudo opinarem com críticas e sugestões.

No primeiro momento foi realizado o estudo com os profissionais dos Anos Iniciais, com a pergunta: “Que cidadãos queremos formar na escola?” Em grupo debatemos e chegamos ao consenso que queremos formar um cidadão crítico, ativo nas decisões do ambiente escolar e da sociedade, pensante, sociável e principalmente tolerante.

Da pergunta, “Como vocês gostariam que fossem as pessoas do seu município daqui à 20 anos?” As respostas foram unânimes: melhores do que nós, com capacidade de interagir no meio em que vivem, discutindo, opinando, agindo e fazendo a diferença nas questões politicas, sociais, culturais e inclusivas. Refletindo sobre “o que fazermos para proporcionar as crianças e jovens de hoje para que cheguem a ser esses cidadãos que queremos?” O questionamento foi respondido pelo grupo de forma que devemos conscientizá-los, estimulá-los, instruí-los com oportunidade em sala de aula de opinarem em temas sociais, que estão na mídia, onde muitas vezes a escola não se posiciona oferendo esta chance do aluno opinar. Não há como criar alunos críticos, se nós mesmos não damos a chance da crítica.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) pode ajudar na formação do cidadão que queremos quando ela oferece ferramentas de pesquisa, de estudo que auxiliam o debate, quando oportuniza a criança e o jovem a ser ouvido sem pré julgamento, respeitando a diversidade cultural e olhando para o aluno como um todo, um ser social, cultural e diferente em habilidades e competências.

Nas dez competências, analisando individualmente e coletivamente a todas com discussões das mesmas. A competência três que trata da valorização das manifestações artísticas e culturais, o diálogo se deu nas oportunidades que o governo dá para que as crianças e jovens venham a desenvolvê-las com qualidade, descobrindo habilidades que no cotidiano das escolas, muitas vezes passam despercebidas. Por exemplo: enquanto temos professoras pedagogas para cobrir as horas atividades das demais colegas, e que ministram aulas de conteúdos específicos de sala ou reforçam conteúdos ou até mesmo utilizam das bibliotecas para trabalharem leitura e escrita, poderíamos ter neste momento, profissionais de diferentes áreas que trabalhassem, influenciando ou auxiliando o desenvolvimento destas competências, como, aulas de dança, música, canto, teatro etc. Só assim todas as crianças teriam a oportunidade de se descobrirem e valorizarem as manifestações artísticas e culturais.

No passo três, respondemos a questão de como as competências gerais podem auxiliar na formação dos cidadãos? A principal resposta foi a formação continuada para os professores, de forma a prepará-los para que estas competências sejam inseridas no cotidiano das escolas, oferecendo meios, ferramentas e principalmente espaço físico para que se possa então trabalhar com uma maior qualidade as competências nas escolas.

No passo quatro, onde fizemos a leitura de imagens relacionando com a base, questões como, dar liberdade para o aluno buscar, pesquisar, se orientar para descobrir respostas e só assim o professor após esta busca, dar sua mediação. Não oferecendo respostas prontas e sim proporcionar a busca e a valorização das respostas.

Na outra figura, a releitura foi a necessidade de ensinar e ainda mais importante conscientizar as mudanças de comportamento que poderão fazer a diferença no meio em que vivem, com pequenos atos, como: economizar água, mudanças de hábitos que envolvem higiene, alimentação e etc.

A relação entre tecnologia e escola, foi ficando clara que oportunizar o acesso à internet precisa ser orientado, ensinado e não proibido. Ainda temos escolas que proíbem o acesso tanto para alunos quanto para professores e como então trabalhar com a tecnologia se é negado o acesso? No início pode até dar um certo desconforto para equipe gestora, pois nem todos saberão utilizar com adequação, porém é mais cômodo proibir do que ensinar a utilizar, cobrando estratégias de ensino, horários e ferramentas para a utilização adequada e necessária do recurso.

No segundo momento, com os profissionais da educação infantil realizando o estudo e alguns questionamentos: Como vocês gostariam que fossem as pessoas de seu município daqui a 20 anos? Queremos cidadãos atuantes, que conduzam suas vidas, agindo pessoal e coletivamente, com autonomia, ética, sabedores de seus direitos e cumpridores dos seus deveres, conscientes e democráticos nas questões ambientais e sociais, temas de suma importância para o país. O que deve ser proporcionado hoje as crianças e jovens para que eles cheguem a ser esses cidadãos que queremos?

Proporcionar uma educação verdadeira, por meio da cultura, respeito a diversidade e resgate de valores, consciência crítica, priorizando o desenvolvimento de aptidões associadas ao exercício da cidadania. Como a BNCC, no contexto da escola, pode ajudar na formação do cidadão que queremos? Por meio da sua efetiva implantação é que poderá ajudar na formação do cidadão, pois este documento tem a proposta de nortear os currículos, objetivando uma aprendizagem que priorize as dez competências, promovendo a igualdade de direitos, abrangendo a todos.

Encerramos as discussões com várias propostas de utilização da BNCC na nossa escola e de sugestões do uso adequado para que não seja apenas no papel e sim haja mudança de comportamento, tanto dos educandos quanto primeiramente dos educadores.

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